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Linha Versa Red da Attack: tecnologias, recursos e aplicações das caixas de som profissionais

A linha Versa Red da Attack contempla caixas de som profissionais dos tipos line array, subwoofer, point source e monitores de palco, desenvolvidas com amplificação classe D, processamento digital de sinais, filtros FIR, correção de fator de potência e transdutores otimizados. Em conjunto, essas tecnologias buscam entregar alta eficiência, resposta sonora mais linear, facilidade de instalação e versatilidade para diferentes aplicações de áudio profissional.

Em um sistema de sonorização, potência por si só não garante um bom resultado. Afinal, a eficiência elétrica, o processamento, o alinhamento entre as vias, a cobertura sonora e a escolha dos transdutores também influenciam diretamente a experiência do público.

Por esse motivo, a linha Versa Red combina diferentes recursos técnicos em um mesmo sistema. Assim, profissionais de áudio, igrejas, casas de shows, empresas de locação e espaços de eventos encontram soluções voltadas tanto à qualidade sonora quanto à praticidade operacional.

O que é a linha Versa Red da Attack?

A Versa Red é uma linha de áudio profissional da Attack formada pelas famílias VSL, VSF, VSM e VSS. Cada uma atende a uma função específica dentro de um projeto de sonorização:

  • VSL: sistema de line array;
  • VSF: caixas frontais, point source
  • VSM: monitores de palco;
  • VSS: subwoofers para reprodução das baixas frequências.

Embora cada família possua características próprias, todas compartilham a proposta de unir eficiência, controle e facilidade de utilização.

Segundo o material técnico do fabricante, os sistemas combinam amplificação classe D, DSP, filtros FIR e transdutores desenvolvidos especificamente para os produtos Versa Red.

Como funciona o sistema de amplificação da linha Versa Red da Attack?

O sistema de amplificação utiliza fonte sem transformador, chaveada com circuito de correção do fator de potência, conhecido como PFC.

Além disso, os equipamentos operam em uma faixa de 100 a 240 VAC, mantendo as especificações técnicas dentro desse intervalo. Na prática, esse recurso amplia a compatibilidade com diferentes redes elétricas e facilita o uso em instalações variadas.

Quais são as vantagens do PFC?

O circuito PFC contribui para uma operação elétrica mais eficiente. Entre as vantagens apresentadas no material da linha estão:

  • maior disponibilidade de potência;
  • redução de distorções e ruídos na rede elétrica;
  • diminuição da potência aparente;
  • menor circulação de corrente no cabeamento;
  • maior segurança para a instalação elétrica;
  • funcionamento em uma ampla faixa de tensão.

Além disso, a redução de interferências na rede pode beneficiar outros equipamentos conectados ao mesmo sistema elétrico.

Por que a amplificação classe D é importante?

Os amplificadores classe D se destacam pelo alto rendimento e pelo formato mais compacto. Como resultado, o sistema pode oferecer potência com menor peso e melhor aproveitamento energético.

Outro ponto importante é o alto fator de headroom. Esse recurso representa uma reserva dinâmica de potência, especialmente relevante para reproduzir picos do sinal sem comprometer a clareza do áudio.

O que o processamento DSP faz nas caixas Versa Red?

O processamento digital de sinais, ou DSP, controla e ajusta o comportamento do sistema de áudio.

Na linha Versa Red da Attack, o processamento trabalha em conjunto com filtros FIR, que ajudam a melhorar a resposta de amplitude e o alinhamento de fase em grande parte do espectro sonoro.

Em termos práticos, esse conjunto busca proporcionar:

  • resposta de frequência mais equilibrada;
  • melhor coerência entre as vias;
  • maior precisão na reprodução;
  • funcionamento integrado dos circuitos de proteção;
  • desempenho mais previsível do sistema.

O que são filtros FIR e por que eles fazem diferença?

Os filtros FIR atuam no processamento digital para controlar a resposta do sistema ao longo do tempo e das frequências.

Quando o fabricante ajusta corretamente esses filtros, eles podem contribuir para um melhor alinhamento de fase. Consequentemente, as diferentes vias da caixa trabalham de forma mais coordenada.

Essa coerência ajuda o sistema a preservar a definição sonora e a entregar uma resposta mais consistente para o público.

Como os transdutores coaxiais melhoram a cobertura sonora?

As famílias VSF e VSM utilizam alto-falantes coaxiais. Nesse tipo de construção, o driver de altas frequências fica alinhado ao eixo do alto-falante.

Essa configuração reduz diferenças de distância entre as fontes sonoras e, assim, favorece uma melhor soma entre elas.

Entre os principais benefícios, estão:

  • maior coerência de fase;
  • resposta mais consistente fora do eixo;
  • cobertura mais uniforme nos planos horizontal e vertical;
  • redução de interferências causadas pela separação física entre as vias.

Em caixas com transdutores separados e empilhados, mudanças na posição do ouvinte podem gerar cancelamentos e efeitos de lóbulo. Já a disposição coaxial busca minimizar esse comportamento.

Como a linha Versa Red controla a dispersão sonora?

A cobertura sonora depende não apenas dos alto-falantes, mas também dos guias de onda e das cornetas.

Na família VSL, a Attack utiliza guias de onda fabricados em alumínio injetado. De acordo com o material técnico, essa construção busca garantir maior precisão dimensional e melhor controle da dispersão sonora.

Por isso, a energia pode ser direcionada de forma mais consistente para a área de audiência, conforme o projeto e a instalação do sistema.

Como funciona o módulo de amplificação e processamento?

O módulo integra diferentes tecnologias em um único conjunto:

  • amplificador classe D;
  • fonte chaveada;
  • circuito PFC;
  • processamento DSP;
  • sistemas de proteção.

O processamento utiliza chips de DSP da linha SIGMA, da Analog Devices, para atuar na resposta em frequência, no comportamento de fase e na proteção do conjunto formado por caixa e amplificador.

Além disso, as caixas amplificadas das famílias VSF, VSM e VSS podem alimentar uma caixa auxiliar compatível, desde que a instalação respeite as especificações técnicas do fabricante. Porém, o fabricante recomenda o uso das caixas auxiliares correspondentes do modelo ativo utilizado. 

Quais são os diferenciais da família VSF?

A família VSF atende aplicações de reforço sonoro frontal, com ou sem subwoofer.

Os modelos VSF112A e VSF115A foram desenvolvidos para trabalhar em conjunto com os subwoofers VSS115A e VSS118A, respectivamente.

Esse acoplamiento já considera ajustes de fase quando o sistema opera com a configuração de fábrica.

Entrada MIC/LINE

Por meio de uma chave, o usuário pode transformar a entrada de linha em entrada para microfone. Dessa forma, a caixa ganha mais versatilidade em aplicações que exigem conexão direta.

Diferentes opções de montagem

A família VSF conta com:

  • oito pontos de fixação para terminal olhal M8;
  • possibilidade de montagem suspensa;
  • encaixe para pedestal;
  • suporte reforçado da linha Versa Red.

Esses recursos permitem adaptar o sistema a diferentes projetos de instalação.

Como funcionam os presets das famílias VSF, VSM e VSS?

Os modelos oferecem três opções de preset para ajustar a equalização geral.

Nas famílias VSF e VSM, os presets realizam correções suaves, conforme o tipo de programa reproduzido e o nível de pressão sonora desejado. Além disso, esses modelos saem de fábrica com resposta de frequência plana ao longo da faixa de operação.

Já nos subwoofers VSS115A e VSS118A, os presets funcionam como filtros passa-baixas, ou LPF, para facilitar o uso com diferentes caixas full range.

Como funciona a conexão com uma caixa auxiliar?

O sistema de amplificação pode fornecer potência para uma caixa auxiliar compatível.

Sensores identificam a conexão e ajustam, em tempo real, os sistemas de processamento e proteção. Entretanto, a instalação deve respeitar a impedância mínima de 8 Ohms por via e a configuração correta do conector.

A Attack recomenda o uso das caixas auxiliares correspondentes das famílias VSF, VSM e VSS.

Quais são os diferenciais dos monitores VSM?

A família VSM foi desenvolvida para monitoramento de palco.

Um de seus principais diferenciais é o perfil baixo, que reduz a interferência visual no palco. Assim, o monitor mantém sua função de retorno sonoro sem ocupar um volume visual excessivo em apresentações, eventos e produções audiovisuais.

Como funciona o modo cardioide dos subwoofers VSS?

Os subwoofers VSS115A e VSS118A permitem montagem em configuração cardioide.

Esse arranjo busca reduzir a energia sonora direcionada para o palco e concentrar uma parcela maior das baixas frequências na direção do público.

O material da linha apresenta configurações com duas ou três unidades, montadas lado a lado ou empilhadas. Em cada arranjo, uma das caixas fica orientada para o palco e opera com o modo cardioide ativado.

Esse recurso pode ajudar em situações que exigem:

  • maior controle das baixas frequências;
  • menos energia sonora sobre o palco;
  • redução de interferências em microfones;
  • melhor direcionamento do grave para a audiência.

Para quais aplicações a linha Versa Red pode ser indicada?

Devido à variedade de famílias e configurações, a linha pode atender diferentes projetos, como:

  • igrejas;
  • casas de shows;
  • eventos corporativos;
  • apresentações musicais;
  • palcos;
  • auditórios;
  • empresas de locação;
  • instalações fixas;
  • sistemas de reforço sonoro.

No entanto, a escolha dos modelos, a quantidade de caixas e o posicionamento dependem do tamanho do ambiente, do número de pessoas, da cobertura desejada e do nível de pressão sonora necessário.

Como escolher a configuração ideal da linha Versa Red?

Antes de definir o sistema, considere:

  1. o tamanho e o formato do ambiente;
  2. a capacidade de público;
  3. o tipo de evento;
  4. a necessidade de graves;
  5. a área que precisa receber cobertura;
  6. a possibilidade de montagem suspensa ou em pedestal;
  7. a necessidade de monitores de palco;
  8. a rede elétrica disponível.

Além disso, um projeto de áudio profissional deve considerar alinhamento, posicionamento e integração entre as caixas. Para isso recomenda-se a utilização do software  “EASE FOCUS” para projeto de dimensionamento e montagem, pois cada modelo de caixa da linha Versa Red tem arquivo com a medição de parâmetros necessários para esse software. 

Conheça as soluções de áudio profissional da Musiaudio

A tecnologia presente na linha Versa Red mostra como amplificação, processamento, transdutores e controle de cobertura precisam trabalhar em conjunto para entregar um resultado consistente.

Por isso, antes de escolher caixas frontais, monitores ou subwoofers, vale analisar toda a aplicação, e não apenas a potência declarada.

A Musiaudio ajuda profissionais, igrejas, empresas e espaços de eventos a encontrar soluções compatíveis com suas necessidades de sonorização. Entre em contato com a equipe e conheça as possibilidades da linha Versa Red da Attack para o seu projeto.

Perguntas frequentes sobre a linha Versa Red

A linha Versa Red possui DSP?

Sim, sistema utiliza processamento digital de sinais para atuar na resposta sonora, no alinhamento de fase e nos circuitos de proteção.

As caixas Versa Red funcionam em 110 V e 220 V?

O material técnico informa operação entre 100 e 240 VAC, mantendo as especificações dentro dessa faixa.

O que diferencia as famílias VSF, VSM e VSS?

A VSF atende ao reforço sonoro frontal, a VSM funciona como monitor de palco e a VSS reúne os subwoofers da linha.

Os subwoofers VSS possuem modo cardioide?

Sim. Os modelos VSS115A e VSS118A permitem configurações cardioides para aumentar o controle da dispersão das baixas frequências.

As caixas amplificadas podem alimentar caixas auxiliares?

Sim, desde que o modelo auxiliar, a impedância e a conexão sigam as especificações do fabricante.

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